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16 de abril de 2012

Geografia

Localizada no extremo sudeste do concelho, a freguesia da Portela faz fronteira com Sacavém, a norte, Prior Velho, a oeste, Moscavide, a este (em Loures), e com Santa Maria dos Olivais, a sul (na cidade de Lisboa).

[editar] Demografia

Evolução da população da Portela (1991 – 2011)
1991 2001 2011
16 740 15 441 11 809

[editar] História

Igreja do Cristo Rei
O nome Portela parece derivar de uma corruptela do latim portŭlla em portella, significando «pequena porta», antigamente adjectivada com o determinativo «de Sacavém», uma vez que se tratava de uma das portas de entrada daquela freguesia, para quem vinha de Lisboa.
A Portela é uma freguesia de constituição bastante recente. Embora a construção da urbanização tenha sido iniciada ainda nos anos 70 (no local onde outrora se erguiam, pelo menos, cinco velhas quintas), a freguesia foi apenas criada oficialmente em 4 de Outubro de 1985, pela Lei n.º 111/85,[1] por desmembramento das freguesias de Sacavém e Moscavide. A referida lei entrou em vigor no dia 1 de Janeiro de 1986.
Freguesia inteiramente urbana, com alguns resquícios das velhas quintas senhoriais (como a Quinta da Vitória, onde já esteve instalado um estabelecimento de ensino superior), a Portela foi uma urbanização pensada e construída de raiz a partir de um ponto central, que é o seu centro comercial.
Os espaços ajardinados e, sobretudo, a Igreja do Cristo-Rei, concluída em meados dos anos 90, em linhas arquitectónicas bastante arrojadas, conferem grande beleza e dinamismo a esta jovem freguesia.

[editar] Urbanismo

O Plano de Urbanização da Portela de Sacavém, promovido pelo empresário Manuel da Mota, originário de Pombal e da autoria do Arquitecto Fernando Silva, vencedor de três prémios Valmor, foi fortemente inspirado pelas premissas da Carta de Atenas, de 1933, que preconizava uma arquitectura constituída por edificios em altura com uma exposição máxima aos elementos da Natureza - Sol, Ar e Vegetação e a uma separação das funções urbanas.

[editar] Aeroporto

O aeroporto de Lisboa Aeroporto de Lisboa, como actualmente se denomina, antigamente chamava-se Aeroporto da Portela Aeroporto da Portela nome dado em homenagem a esta freguesia. Este Aeroporto é o maior de Portugal e tem dois terminais (T1 e T2) e ainda uma base militar conhecida como Aeroporto de Figo Maduro.
O Aeroporto da portela é composto por duas pistas, a 03/21 com 3805m de comprimento e a 17/35 com 2400m, ambas asfaltadas e com 45m de largura.
O Aeroporto bateu um recorde em 2 de Agosto de 2009 ao transportar 55.282 passageiros em menos de 24horas.

[editar] Património

[editar] Orago

A Portela tem por orago Cristo-Rei (retirado do vizinho Seminário dos Olivais).

[editar] Heráldica

A Portela utiliza a seguinte bandeira e brasão de armas:
Um escudo de azul, com um troço de aqueduto de cinco arcos de prata, lavrado de negro e movente dos flancos. Em chefe de uma cruz de ouro entre dois livros abertos de prata. Em ponta, de um ramo de oliveira, frutado, de ouro. Uma coroa mural de prata de três torres. Um listel branco com a legenda de negro, em maiúsculas: «PORTELA – LOURES». Bandeira de amarelo; cordões e borlas de ouro e azul.

[editar] Transportes Públicos

[editar] Autocarros

Carris
22 Marquês de Pombal - Aeroporto - Portela
28 Restelo - Estação Oriente - Portela
83 Amoreiras - Aeroporto - Portela
210 Cais do Sodré - Estação Oriente - Portela - Prior Velho (rede madrugada)
Rodoviária de Lisboa
302 Chelas - Olivais - Moscavide - Portela - Sacavém - Bairro de Santiago
303 Moscavide - Portela - Moscavide (circular)
307 Sacavém - Portela - Prior Velho - Portela - Sacavém (circulação)
308 Estação Oriente - Parque Nações - Portela - Sacavém - Portela - Parque Nações - Estação Oriente (circulação)
313 Campo Grande - Aeroporto - Portela - Sacavém - Catujal - Apelação - Camarate - Lumiar - Campo Grande (circulação)
319 Areeiro - Aeroporto - Portela - Sacavém - S.João Talha - Santa Iria Azóia - Póvoa Sta. Iria - Alverca
321 Areeiro - Aeroporto - Portela - Sacavém - Bobadela - S.João Talha - Pirescoxe - Santa Iria Azóia - Via Rara

[editar] Ver Também

Notas

[editar] Ligações externas

Commons
O Commons possui multimídias sobre Portela (Loures)
  • meteoPortela Estação Meteorológica Particular da Portela

Portela (Loures)

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
 Portugal Portela  
—  Freguesia  —
Vista da Portela
Vista da Portela
Bandeira de Portela
Bandeira
Brasão de armas de Portela
Brasão de armas

Localização no concelho de Loures
Localização no concelho de Loures
Portela está localizado em: Portugal Continental
Portela
Localização de Portela em Portugal
38° 46' 58" N 09° 06' 40" O
País  Portugal
Concelho LRS.png Loures
Fundação 4 de Outubro de 1985
 - Tipo Junta de freguesia
Área
 - Total 0,95 km2
População (2011)
 - Total 11 809
 - Densidade 12 430,5/km2 
Gentílico: Portelense
Código postal 2685 Portela LRS
Orago Cristo-Rei
Correio electrónico info@jf-portela.pt
Sítio www.jf-portela.pt
Portela, antigamente conhecida como Portela de Sacavém, actualmente por Portela LRS, é uma pequena freguesia portuguesa do concelho de Loures, com 0,95 km² de área e 11 809 habitantes (2011). Densidade demográfica: 12 430,5 h/km².

Índice

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[editar] Geografia

Localizada no extremo sudeste do concelho, a freguesia da Portela faz fronteira com Sacavém, a norte, Prior Velho, a oeste, Moscavide, a este (em Loures), e com Santa Maria dos Olivais, a sul (na cidade de Lisboa).

[editar] Demografia

Evolução da população da Portela (1991 – 2011)
1991 2001 2011
16 740 15 441 11 809

[editar] História

Igreja do Cristo Rei
O nome Portela parece derivar de uma corruptela do latim portŭlla em portella, significando «pequena porta», antigamente adjectivada com o determinativo «de Sacavém», uma vez que se tratava de uma das portas de entrada daquela freguesia, para quem vinha de Lisboa.
A Portela é uma freguesia de constituição bastante recente. Embora a construção da urbanização tenha sido iniciada ainda nos anos 70 (no local onde outrora se erguiam, pelo menos, cinco velhas quintas), a freguesia foi apenas criada oficialmente em 4 de Outubro de 1985, pela Lei n.º 111/85,[1] por desmembramento das freguesias de Sacavém e Moscavide. A referida lei entrou em vigor no dia 1 de Janeiro de 1986.
Freguesia inteiramente urbana, com alguns resquícios das velhas quintas senhoriais (como a Quinta da Vitória, onde já esteve instalado um estabelecimento de ensino superior), a Portela foi uma urbanização pensada e construída de raiz a partir de um ponto central, que é o seu centro comercial.
Os espaços ajardinados e, sobretudo, a Igreja do Cristo-Rei, concluída em meados dos anos 90, em linhas arquitectónicas bastante arrojadas, conferem grande beleza e dinamismo a esta jovem freguesia.

[editar] Urbanismo

O Plano de Urbanização da Portela de Sacavém, promovido pelo empresário Manuel da Mota, originário de Pombal e da autoria do Arquitecto Fernando Silva, vencedor de três prémios Valmor, foi fortemente inspirado pelas premissas da Carta de Atenas, de 1933, que preconizava uma arquitectura constituída por edificios em altura com uma exposição máxima aos elementos da Natureza - Sol, Ar e Vegetação e a uma separação das funções urbanas.

[editar] Aeroporto

O aeroporto de Lisboa Aeroporto de Lisboa, como actualmente se denomina, antigamente chamava-se Aeroporto da Portela Aeroporto da Portela nome dado em homenagem a esta freguesia. Este Aeroporto é o maior de Portugal e tem dois terminais (T1 e T2) e ainda uma base militar conhecida como Aeroporto de Figo Maduro.
O Aeroporto da portela é composto por duas pistas, a 03/21 com 3805m de comprimento e a 17/35 com 2400m, ambas asfaltadas e com 45m de largura.
O Aeroporto bateu um recorde em 2 de Agosto de 2009 ao transportar 55.282 passageiros em menos de 24horas.

[editar] Património

[editar] Orago

A Portela tem por orago Cristo-Rei (retirado do vizinho Seminário dos Olivais).

[editar] Heráldica

A Portela utiliza a seguinte bandeira e brasão de armas:
Um escudo de azul, com um troço de aqueduto de cinco arcos de prata, lavrado de negro e movente dos flancos. Em chefe de uma cruz de ouro entre dois livros abertos de prata. Em ponta, de um ramo de oliveira, frutado, de ouro. Uma coroa mural de prata de três torres. Um listel branco com a legenda de negro, em maiúsculas: «PORTELA – LOURES». Bandeira de amarelo; cordões e borlas de ouro e azul.

[editar] Transportes Públicos

[editar] Autocarros

Carris
22 Marquês de Pombal - Aeroporto - Portela
28 Restelo - Estação Oriente - Portela
83 Amoreiras - Aeroporto - Portela
210 Cais do Sodré - Estação Oriente - Portela - Prior Velho (rede madrugada)
Rodoviária de Lisboa
302 Chelas - Olivais - Moscavide - Portela - Sacavém - Bairro de Santiago
303 Moscavide - Portela - Moscavide (circular)
307 Sacavém - Portela - Prior Velho - Portela - Sacavém (circulação)
308 Estação Oriente - Parque Nações - Portela - Sacavém - Portela - Parque Nações - Estação Oriente (circulação)
313 Campo Grande - Aeroporto - Portela - Sacavém - Catujal - Apelação - Camarate - Lumiar - Campo Grande (circulação)
319 Areeiro - Aeroporto - Portela - Sacavém - S.João Talha - Santa Iria Azóia - Póvoa Sta. Iria - Alverca
321 Areeiro - Aeroporto - Portela - Sacavém - Bobadela - S.João Talha - Pirescoxe - Santa Iria Azóia - Via Rara

[editar] Ver Também

Notas

[editar] Ligações externas

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  • meteoPortela Estação Meteorológica Particular da Portela

Quinta da Vitória

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
(Redirecionado de Quinta da Vitória (Loures))
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Vista do bairro
A Quinta da Vitória é um bairro de habitação precária situado na Freguesia da Portela, concelho de Loures na Área Metropolitana de Lisboa, concentrando-se neste bairro várias fronteiras administrativas. O bairro situa-se no limite Sudoestedo do Município de Loures e ainda no limite Noroeste da Freguesia da Portela de Sacavém (também concelho de Loures), situando-se também ainda na linha das antigas trincheiras da Estrada Militar. Assim, consideram os sociólogos, os limites deste bairro configuram um estatuto de marginalidade social. Esta situação de fronteira tem implicações na mobilidade quotidiana dos seus moradores.[1] Este bairro é essencialmente habitado por luso-africanos, hindus provenientes de Moçambique e portugueses provenientes da Beira Alta. Desde os anos 1990 que as barracas têm vindo a ser demolidas, tendo as respectivas famílias vindo a receber apartamentos de habitação social.[2]

Índice

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[editar] História

Depois das primeiras barracas construídas no final dos anos 1960 por portugueses migrados sobretudo do norte do país, o principal crescimento do bairro deu-se já no pós-independências dos países africanos antes colonizados por Portugal. Houve um primeiro pico de crescimento na segunda metade dos anos 1970 que corresponde à dinâmica migratória do pós-independências e um segundo no princípio dos anos 1980, sobretudo por hindus de Moçambique, que fogem devido ao agravamento da guerra civil.
Ao longo dos anos, as barracas foram sendo melhoradas conforme as possibilidades dos seus moradores e as famílias foram crescendo. Enquanto algumas famílias encontraram alternativas habitacionais fora do bairro, outras mantiveram-se a residir na Quinta da Vitória, sobretudo devido à expectativa criada pelo Programa Especial de Realojamento (PER), criado pelo decreto-lei 163/93 de 7 de Maio e com aplicação no bairro desde 1995. A aplicação do PER e a expectativa gerada na populaça relativamente ao seu realojamento num bairro de habitação social contribuíram para uma relativa estabilidade do bairro em termos de população e de número de casas ao longo dos anos 1990.

[editar] Demografia

Em 1992 foram recenseadas 333 famílias para um total de 326 barracas e uma população residente de 1556 pessoas (CET, 1992a). Antes do realojamento parcial de 100 agregados familiares para o bairro social Dr. Alfredo Bensáude em 2002, haviam 446 agregados familiares.

[editar] Tipologia habitacional

As primeiras casas do bairro foram construídas em madeira por famílias portuguesas oriundas principalmente do Norte de Portugal (Beira Alta), casas essas que foram compradas e melhoradas ao longo dos anos pelas populações que chegaram de África, incluindo os hindus. Esta população, sobretudo de famílias pertencentes a castas de pedreiros e carpinteiros, adaptou as casas à sua cultura de origem, dando algum bem-estar às habitações através do seu saber tradicional. No contexto de origem desta população (Diu e Fudam, Gujarate – Índia) podíamos ter, até às primeiras demolições, uma sensação semelhante ao que ocorre nas ruas da Quinta da Vitória – as mesmas cores, a mesma tipologia de casas (sobretudo no seu interior), a mesma língua. Assim, desde as primeiras barracas de madeira, passando pelos primeiros tijolos, a edificação do templo hindu, as lojas, as tabernas, até aos recentes cafés autorizados e novo templo nos rés-do-chão dos prédios de habitação social, o bairro vai-se fazendo e transformando, com e apesar das imposições do exterior, que se manifestam na Quinta da Vitória em profundas alterações da vivência dos espaços, configurando uma dinâmica permanente (Cachado, 2007).

[editar] Panorâmica

Vista panorâmica da Quinta da Vitória.
Vista panorâmica da Quinta da Vitória.

Contributos para a Historia da Portela - XI


<div style="text-align: center;">
<b><span style="color: blue;">Policia de Choque no tempo do Presidente da Câmara Riço Calado.</span></b></div>
<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;">
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<br />
<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;">
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<br />

Muros da Quinta do Seminario


<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;">
</div>
&nbsp;Muro da Seminario na parte ainda circulavel da Azinhaga do Seminario, que vai do Paço Episcopal para os Bombeiros.<br />
<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;">
<a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgDb-gA-IyHntxazwx3SPzgVZvQPJOIPQdG69yFTEPVkipFte-_l64IFic-hnoBeK9bm3lD2CL_VcFjs0ZdVCH9x6luVHTY-fZg-5GlyvFhn9QMAh-AULZPbQDQnC899kVJNh1stmiIqH4/s1600/P4141339.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img border="0" height="240" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgDb-gA-IyHntxazwx3SPzgVZvQPJOIPQdG69yFTEPVkipFte-_l64IFic-hnoBeK9bm3lD2CL_VcFjs0ZdVCH9x6luVHTY-fZg-5GlyvFhn9QMAh-AULZPbQDQnC899kVJNh1stmiIqH4/s320/P4141339.JPG" width="320" /></a></div>
&nbsp;Demolição do Muro junto ao Antigo Portão do lado Poente da Quinta do Seminario, vendo-se ao fundo ja os Lotes da Urbanização do Cristo Rei.<br />
<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;">
<a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgWvtDmwjRWeu7RMSMA6VVG0KlNdFvO6JOcJSnNGQBCqnd39qZ2sU5YwBxMQyUPZkiR5uV_4ljgbFJfHooqjAngcsVsUa84vZAr36PRGHHFfgwZEeYL3_GvbZkhvm5MQfZaR2ot8fIzFio/s1600/P4141337.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img border="0" height="240" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgWvtDmwjRWeu7RMSMA6VVG0KlNdFvO6JOcJSnNGQBCqnd39qZ2sU5YwBxMQyUPZkiR5uV_4ljgbFJfHooqjAngcsVsUa84vZAr36PRGHHFfgwZEeYL3_GvbZkhvm5MQfZaR2ot8fIzFio/s320/P4141337.JPG" width="320" /></a></div>
&nbsp;Muro de separação do Quartel dos Bombeiros, que tinha sido preservado aquando da Construção do Quartel dos Bombeiros em 1995<br />
<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;">
<a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhBmHlaD1I4_cpeI4Bw_ULN0Btns67I8uFKhUzAxoLLIxdEvcdIhOnDUPjcZXXjLCbWk9faIBgswNODJr2QWIpoEw6O0Klj6GBfG5YysS53HcIv-mofxme5TU7mfseBM74Bv0-2BHUl6uA/s1600/P4141338.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img border="0" height="240" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhBmHlaD1I4_cpeI4Bw_ULN0Btns67I8uFKhUzAxoLLIxdEvcdIhOnDUPjcZXXjLCbWk9faIBgswNODJr2QWIpoEw6O0Klj6GBfG5YysS53HcIv-mofxme5TU7mfseBM74Bv0-2BHUl6uA/s320/P4141338.JPG" width="320" /></a></div>
&nbsp;Muros da Azinhaga do Seminario Ao fundo e à esquerda ja terrenos e Lotes na Urbanização da Portela&nbsp;<br />
<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;">
<a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgwzh7oPa63zQaNtinz0INVVNjtN7mJAx_5yW4xj6FtmBZMgG3PYiKhm9227oRVpAKHwfUEeSn1gVWlp86VwRyePwrXXrjZAM5yP9wHPjy8urouhptXaO5D0eOow5aI4-6gYndzsr5N3Oo/s1600/P4141341.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img border="0" height="240" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgwzh7oPa63zQaNtinz0INVVNjtN7mJAx_5yW4xj6FtmBZMgG3PYiKhm9227oRVpAKHwfUEeSn1gVWlp86VwRyePwrXXrjZAM5yP9wHPjy8urouhptXaO5D0eOow5aI4-6gYndzsr5N3Oo/s320/P4141341.JPG" width="320" /></a></div>
<br />

26 de março de 2012





Dirigentes





Futsal



















  • CARLOS ANDRE MACEDO - belos jogos de futebol ainda fiz nestes "areais"
  • Carlos Cardoso Luis Estamos a falar de que ano?
    4/3 às 22:43 ·
  • Filomena Almeida Anos 70. Penso que foi 1976 ou 1977, se não estiver enganada.
    5/3 às 12:07 · · 1
  • Bé Amador O centro estava em construção.
    5/3 às 12:14 ·
  • Filomena Almeida Bé Amador: ja não estava. Ja tinah muitas lojas. Lembro-me que as pessoas fugiram da policia e forma para dentro do centro. A policvia foi atrás e entraram no centor. Já havia supermercado, farmácia, drogaria, fotografo, etc... Acho que o rc ja estava todo operacional.
    5/3 às 12:16 · · 1
  • Bé Amador è verdade,lembro-me da minha mãe ter ficado dentro do centro até a policia ir embora.
    5/3 às 12:19 ·
  • Vasco Sousa Eu estava a atravessar o centro no intervalo da escola e puxaram-me para dentro do fotografo , senão os policias tinham me feito a folha.
    5/3 às 12:23 ·
  • Noe Andrade tambem me lembro desse tempo ja avia varias lojas, porque quando estavam a construir as escolas prefabricadas durante,o dia eu e mais um grupo de noite derrubavamos,tudo e so assim evitamos essa barracada que,queriam,construir,no espaço que estava destinado para zonas verdes,da minha,portela
    5/3 às 18:47 · · 1
  • Paulo Alexandre Fonseca Penedo lol, devia de ter uns 9/10 anos....
    6/3 às 0:45 ·
  • Luís Miguel Rebelo Alves amigo Noe Andrade, afinal o que queriam construir nas zonas destinadas a espaços verdes?
    6/3 às 9:43 ·
  • Vasco Sousa Os andares tinham sido vendidos ou alugados com um plano do bairro com jardins, escolas etc, e sendo a escola Gaspar Correia uma escola provisòria com mais de 40 anos eles queriam construir outra escola provisòria, e isso revoltou todas as pessoas.
    6/3 às 12:21 ·